vendredi 11 avril 2008

Homem-pássaro. Christopher às plumas Indias. Paris, 2007


Homem-pássaro. Christopher às plumas Indias. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2007.
Obra Munduruku, Brasil. Musée du Quai Branly. Numéro d'inventaire: 71.1878.53.3
To see the original art object: http://www.quaibranly.fr



2 Exposições no Brasil/2 expositions au Brésil/2 exhibitions in Brasil

6 de Abril - 23 de Maio 2009
Exposição/Exposition personnelle/Personal exhibition
Homens-pássaros/Hommes-oiseaux/Birdmen
Museu de Arqueologia e Etnologia, Salvador da Bahia/ Musée d'Archéologie et d'Ethnologie de Salvador de Bahia

4 de Junho - 3 de Agosto 2009
Exposição/Exposition personnelle/Personal exhibition
Homens-pássaros/Hommes-oiseaux/Birdmen
Memorial dos Povos Indígenas, Brasilia/Mémorial des Peuples Indigènes de Brasilia

plus d'infos sur les Hommes-oiseaux en français:
http://hommesoiseauxderd.blogspot.com

Mathias às plumas Indias. Paris 2007


Homem-pássaro. Mathias às plumas Indias. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2007.
Obra Maka, Paraguay. Musée du Quai Branly. Numéro d'inventaire: 71.1981.34.1
To see the original art object: http://www.quaibranly.fr

Nicolas às plumas Indias.


Homem-passaro. Nicolas às plumas Indias. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2007.
Obra Mojo, Bolivie. Musée du Quai Branly. Numéro d'inventaire: 71.1999.36.1.2
To see the original artwork: http://www.quaibranly.fr

mardi 22 mai 2007

2009, Ano da França no Brasil


Homens-pássaros de River Dillon.
Proposição para 2009, o Ano da França no Brasil.

Image:
Homem-pássaro. Yoann às plumas índias. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2005.
Obra Nazca. Peru. Private collection, Paris.

a técnica da superposição. As fontes índias dos adornos de plumas



a técnica da superposição.

River Dillon realiza os seus homens-pássaros sobrepondo retratos de homens acima de fotografias de adornos índios de plumas. Três técnicas foram usadas: a primeira é a sobreposição de dois negativos, colados juntos, e revelados em mesmo tempo em laboratório. A segunda técnica é de revelar com um scanner os dois negativos, colados juntos, sobrepostos. A terceira técnica é a revelação no scanner isolamento da fotografia do homem e a seguir do pássaro, para sobrepô-las em seguinte numa montagem numérica.

As fontes índias dos adornos de plumas.

Porque com seus homens-pássaros, River Dillon queria evocar os índios sul-americanos, River Dillon sobrepôs as fotos dos seus modelos contemporâneos com verdadeiras obras de arte índias.

O fotografo recebi a autorização de fotografar adornos de plumas de 2 coleção:

21 Coleção de ornamentos em plumas de Museu du Quai Branly (the most important french museum dedicated to ethnology, Paris, France)

de ornamentos sul-americanas
- de Brasil, obras Munduruku, Bororo, Kayapo
- de Bolivia, obras Mojo
- d'Equador, obras Achuar
- de Peru, obras Nazca

22 Coleção pertencendo aos descendentes de Georges Alphen

cuja coleção de ornamentos em plumas da civilização Nazca (Peru), tinha sida mostrada na “Maison de l’Amérique Latine” em 2003 na exposição: Plumes d’éternité, Rêve de plume, Collection Georges Alphen. ( Plumas de eternidade, Sonho de plumas). A maioria dessas obras foi doada ao museu do quai Branly, o novo museu parisiense que reúne numerosas obras primas das artes primitivas.


Homem-pássaro. Pierre às plumas índias. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2005.
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Obra Nazca. Peru. Private collection, Paris.

O sentido dos Homens-pássaros de River Dillon


Homem-pássaro. Pierre de ornamento índio. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2005.
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Obra Nazca. Peru. Private collection, Paris

O sentido dos Homens-pássaros de River Dillon.

Misturando homens de hoje com umas penas de pássaros os homens-pássaros que aparecem parecem ressuscitar os índios que encarnavam pássaros. Os índios, para suas cerimônias religiosas portavam diademas e vestiam ponchos de plumas para encarnar homens pássaros que podem voar , aproximar-se dos deus e do sol, livres de flutuar no ar para chegar ao mundo dos espíritos.

Os homens-pássaros reativam esses adornos de plumas, e como por magia dos índios parecem de novo vestir essas roupas coloridas e mágicas.

Um dos retratos de perfil, o de Pierre, oscila do índio em roupas de cerimônias ate do punk de cresta rebelde como um galo de briga.

Pelo River Dillon, representar um homem como um pássaro é, também, figurara dimensão aérea, sonhadora, a alma idealista do ser humano que sonha da liberdade das araras e dos beija-flores da floresta amazônica. O artista se junta ao pensamento do escritor Romain Gary, que, realizando o retrato dum fabricante de pipa, tinha visto, nessas obras aéreas, o espírito humano partir “ à perseguição do azul”, porque o homem procurara sempre um sonho, um ideal.

Os cinco modelos escolhidos, Massimiliano o italiano, Pierre o alzaciano, Yoan o marseillés, Vincent o basco e Ryan o americano, são mestiçado pela sobreposição de plumas, à civilização indígena americana numa mexida moderna, uma mistura bem atual das nossas culturas.

Homem-pássaro. Vincent às plumas índias. Birdman, 2005


Homem-pássaro. Vincent às plumas índias. River Dillon. Photomontagem, Paris, 2005.
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Obra Nazca. Peru. Private collection, Paris